sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Por completo, sem condições ou termos, dar sem querer receber em troca e mesmo sem a obrigação, recebe-o e torna-se ainda mais feliz com as palpitações que o tempo não lhe tomara, sente-se feliz com a certeza daquele amor a cada final de tarde, que não diminui, não retrocede, ao contrário evolui com seus contornos mais puros e imputado de felicidade combinado com fidelidade, não mera coincidência, uma dá ensejo à outra e a maior verdade disso tudo, é a certeza do que sentes, do que queres e de quem não pretende desvincilhar-se. Amor.

2 reflexões sobre o texto:

Anônimo disse...

Doar-se, dar-se o amor for tranquilo ao ponto de haver uma harmonia, uma cumplicidade-complexa. A gente se alegra com a mesmice com o cotidiano, com o diário: faz parte. Sim ou talvez nao. Sei que o amor é real quando nos faz sorrir ou chorar o importante é que tenha emoção, significado, significante, uma história a cada tempo compartilhado. Bbs,
Rosa.

Maria Oliveira disse...

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